Todo mundo conhece Deus, aquele respeitável senhor de toga, dado a criar mundos e fundos, maestro do coro celestial de querubins. Barba longa, olhar severo,
Freud, Alex Matos, Rafael, Modesti e Marcelo Soares relembram os filmes com futuros que conseguem ser (quase) mais fodidos que o nosso presente real: os que mostram futuros distópicos.